Tenha mais saúde com alegria e prazer!!!
Por marilize em 21/07/10 às 23:14
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Veja o poder dos conservantes…

MC 2009
MC 2010

Uma reportagem publicada no final de março deste ano pelo jornal britânico Daily Mail deixou seus leitores de boca aberta. Uma nutricionista americana resolveu fazer um teste para constatar se a comida do McDonald’s possui conservantes em excesso. O resultado foi assustador.

Durante um ano, Joann Bruso guardou um “Mc Lanche Feliz”, um kit composto por sanduíche, refrigerante e batata frita, que acompanham um brinquedo e é vendido para as crianças. “A comida normal tem que se decompor, cheirar mal… Entretanto, o lanche e as batatas não estragaram e isso mostra que as crianças não estão comendo de forma saudável”, declarou.

De acordo com a reportagem, Joann deixou o lanche e as batatas descobertos, em cima de uma prateleira em sua casa, no estado americano de Colorado, para checar o que aconteceria. Durante um ano, nenhuma mosca sequer chegou perto do sanduíche. “Eu deixava a janela aberta mas as moscas e outros insetos simplesmente ignoravam o ‘Mc Lanche Feliz’”.

“A comida é decomposta dentro do nosso organismo, que se aproveita dos nutrientes dela para transformá-los em combustível”, explica Joann. “Nossas crianças crescem de forma saudável quando comem comida de verdade”.

A nutricionista ainda explica que se o “Mc Lanche Feliz” foi ignorado por bactérias e micróbios que não fizeram a decomposição, isso significa que o corpo da criança também não consegue digerir esse tipo de comida de forma adequada.

Segundo dados ap resentados pelo Daily Mail, pesquisas recentes afirmam que o pão da McDonald’s possui uma série de conservantes como propionato de sódio. Já o pickles utilizado pela rede de fast-food leva benzoato de sódio.

As batatas fritas, que Joann descreveu como estando “douradas mesmo um ano depois”, contém conservantes como ácido cítrico e pirofosfato de ácido de sódio, que mantém sua coloração.

Por marilize em 21/06/10 às 21:27
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De acordo com pesquisas da Universidade de Stanford dos EUA viver mais e melhor depende de cada um 53% de nossa saúde e bem estar dizem respeito ao nosso modo de vida, 20 % a fatores ligados ao meio ambiente, 17% da genética e 10% da assistência médica recebida.
Sendo assim a atitude saudável e consciente, como a do Hermes, Consultor e Administrador de Empresas, e nas horas ociosas pescador, é determinante para a conquista da longevidade e bem estar, ainda sem uso continuo de remédios, apenas de alimentos com qualidade, quantidade, variedade e moderação.

Hermes José Strehl

Por que nutricionista?
Depois de peregrinar em vários consultórios médicos, pois os últimos dois exames apresentaram glicemia acima do normal, e, com tendência a aumentar. O mais interessante é que, os médicos consultados me diziam que era para cuidar melhor da alimentação. Eu sempre me orgulhei ou pelo menos falava para todo mundo que a minha alimentação era saudável, que grande parte dela era baseada em legumes, verduras e frutas. E como os “senhores de branco” diziam que eu precisava me cuidar mais, me alimentar melhor, simplesmente aumentava a quantidade de frutas legumes e saladas ingeridas ao dia.
Ledo engano! O aumento da quantidade de frutas, legumes e saladas deglutidas ao dia aumentava, proporcionalmente, a quantidade de açúcar no sangue, e, conseqüentemente, a glicemia aumentava.
E aí, talvez, que esteja o grande e pior dos equívocos profissionais da medicina. Raros são àqueles que, orientam o paciente/cliente para corrigir o problema de forma correta, pois se o paciente for orientado e seguir corretamente as orientações médicas, provavelmente, perderá um cliente. Ele precisa do freguês… E para tanto, diz que você precisa se cuidar… Se alimentar melhor… Mas o que é se cuidar? O que é se alimentar melhor? Raciocinando… Se o macaco engorda com frutas e o gado engorda com capim/pasto… O que será de nós humanos, submetidos a todo tipo de pressão e apelo ao consumismo pela mídia, 24 horas no dia, se ingerirmos em excesso verduras, legumes, frutas, massas, doces, bolos, mel, melado, etc., etc.?
Talvez seja um ponto interessante para reflexão!
Na seqüência, após os exames da curva glicêmica, foi percebido que eu não era diabético, porém um forte candidato.
Preocupado, fui buscar uma nutricionista para ver ou conversar sobre o que eu poderia comer. Qual a comida ideal para uma pessoa com fortes tendências à diabetes?
Depois de pesquisar vários nomes, marquei uma consulta com a nutricionista, Marilize Tamanini, e qual minha surpresa: eu havia assistido a um programa/entrevista numa emissora de televisão, justamente, falando sobre as dificuldades ou a falta de orientação correta que as pessoas deveriam ter em relação a uma alimentação saudável.
Mesmo não sendo assíduo praticante de esportes ou de atividade física, também não me considero sedentário, pois me impunha metas para atingir, e, quando as atingia, relaxava… Por exemplo: correr seis quilômetros ou mais, um dia sim e um dia não. Depois de conseguir correr o percurso planejado, começando por caminhadas, e em determinado tempo… “jogava-me de novo nas cordas” por outro período. Depois reiniciava, e assim por diante.
Mesmo assim, eu estava com sobrepeso de 12 kg, aproximadamente, (para um leigo, nada de exagero), mas que já afetava as articulações e a resposta que o corpo transmitia nada mais era do que dores. Precisei fazer várias sessões fisioterápicas para solucionar os problemas de sobrecarga num dos tornozelos.
Iniciado o controle de alimentação, em ago/2009, percebi que tudo começava a mudar. Comecei a perder peso de forma contínua, porém controlada, e, em 180 dias, já me encontrava no peso ideal.
As atividades físicas (caminhada/corrida) já são mais prazerosas, pois as dores nas articulações simplesmente desapareceram.
Depois de certo período, não muito longo, ao fazer os exames para verificação de glicose e colesterol, a grande surpresa: tudo perfeito.
Claro, as coisas não são somente maravilhas, por mais que os resultados aparecessem positivos, existem muitos tropeços, deslizes e vontades quase incontidas para comer algo que está fora do propósito. A consciência em querer mudar, aliado à disciplina e mudança de atitude no comportamento alimentar é a única arma – a mais poderosa, aquela que poderá vencer a batalha.
Vivemos num mundo totalmente consumista, de todo gênero, com guloseimas para todos os lados e gostos. Difícil não deixar-se envolver ou resistir ao segundo pedaço de bolo, ao segundo pedaço de pizza (senão inteira), a uma barra de chocolates, cervejas à vontade, macarrão, doces, refrigerantes, etc., etc., meu Deus… terei que abandonar tudo? Ou comer comedidamente. Comer para ter saúde, comer para viver bem ou viver comendo? É uma opção.
Tem ainda os grandes desafios familiares e as incompreensões de amigos, pois para eles, a disciplina no comer bem, escolher o melhor e rejeitar os excessos é sinônimo de “cara chato”. Até motivo de chacota.
Posso traduzir a experiência no controle de alimentação sob orientação da nutricionista, ou talvez, criar um paralelo nos benefícios adquiridos pelo novo procedimento, como sendo totalmente favorável, revolucionário e motivacional ao extremo. Ela acaba sendo um elemento essencial de mudanças como um todo, pois a partir da consulta, quando assumi (comigo) o propósito de não querer e não aceitar ser um diabético, percebi as interessantes e seguintes mudanças:
• Comecei a fazer economia – gastei muito menos com frutas, doces, bolos, pizzas, macarrão, bebidas, etc.;
• Economizei combustível – não precisei mais peregrinar em consultórios médicos;
• Economizei em consultas médicas e exames;
• Economizei em calçados – eu estando mais leve, eles duraram mais;
• Meus amigos, familiares e parentes também economizaram – não precisam mais se preocupar com tanta bebida e comida variada para mim;
• Gerador e fomentador de empregos – precisei mandar ajustar as minhas roupas na costureira;
• Contribui mais com o social – pude doar muito mais roupas e calçados para pessoas carentes, pois acabaram sobrando;
• Incentivei o crescimento do comércio – precisei comprar várias roupas e calçados em substituições àqueles doadas;
• Ajudei no equilíbrio da indústria têxtil – com a redução de peso (número do manequim) sobrou mais tecido para que direcionassem para outros segmentos e perfis necessitados;
• Meu coração está mais presente junto a mim… Não precisa bater descompassadamente ou desesperadamente para eu senti-lo forte no meu peito;
• Também ajudei aos americanos… Faz um ano que não ingiro um gole de refrigerantes – sobra mais para eles… Eles precisam, não conseguem viver sem;
• Não tomo mais cervejas – somente a mesma quantidade…, porém sob controle, e, principalmente para comemorar um peixe que se fisgou no anzol ou que tenha se negado a ser capturado;
• Melhorou a minha sensibilidade pelo gosto dos vinhos – agora não pode ser qualquer um, precisa ser vinho chileno, feito da uva “carmenère” e obrigatoriamente, tinto seco;
• Descobri o prazer no consumo de água/dia, no mínimo dois litros, fazendo do chimarrão, pelo menos 50% da ingestão de líquido/dia, com uma erva especial, que de tão agradável é seu sabor, faz os pensamentos viajarem pelo mundo afora como a liberdade dos ventos, sem barreiras e sem fronteiras. Lembrando que, a água para o chimarrão perfeito precisa estar na temperatura ideal. É aquela que, quando a chaleira começar a cantar (chiar), estará no ponto. Ao escutar aquela música (chiado da chaleira), automaticamente, vêm à memória, lembrança dos conselhos que meu pai me dava no tempo de guri, que o chimarrão, desde que feito com erva especial e da boa, na temperatura ideal, passa a ser benéfica:
o É estimulante da atividade física e mental, da circulação, aumenta o ritmo cardíaco, elimina estados depressivos, aumenta a força muscular, regulariza a respiração, promove sensação de bem estar e vigor;
o Melhora a memória (por isso que lembrei), diminui o colesterol e triglicerídeos, favorece o emagrecimento, facilita a digestão, desenvolve as faculdades mentais, previne gripes e resfriados, regula as funções sexuais, é remédio contra preguiça (talvez o mais importante), e muito mais.
• Com o controle da alimentação e, conseqüentemente, a diminuição do peso, contribui-se com a redução e controle do efeito estufa – aquecimento global do planeta Terra, pois a emissão de gases passa a ser normal para os padrões humanos;
• A minha mulher, provavelmente, está mais feliz…, pois tudo voltou como dantes;
o Não ronco mais tanto (pelo menos não escuto), assim ela dorme melhor. Dormindo melhor, acordará mais disposta e calma. Estando mais calma e disposta, o favorecido direto sou eu;
• Provavelmente, a minha família está sendo beneficiada e influenciada pelo resultado ou pela imposição da redução substancial das guloseimas e excessos na alimentação;
• O problema que tanto aflige aos homens, que os atormenta e os deixa com complexo de inferioridade, fica psicologicamente sanado, pois após o sumiço da barriga, que andava com tendência generosa de crescimento, destaca-se com maior perceptibilidade a protuberância máscula, e, com um detalhe: sem plástica;
• Aumenta tanto a autoestima que ela vai parar no céu – sim, percebe-se que estou sendo determinado, obstinado e porque não alardear ao mundo: sou um vencedor, pois estou subjugando o maior dos pecados: o vício da gula. Tenho que me sentir diferente, pois essa proeza não é para qualquer um. Aliás, é para poucos.
• Então, não poderia me sentir diferente de leve, solto, feliz e afortunado em saúde.
As pequenas atitudes e mudanças provocam as grandes diferenças, aliado a determinação, comprometimento e a disciplina do querer mudar, é a poção mágica do remédio sagrado para todos os males.
Antes cedo do que tarde.
Preferi e optei em ser escravo de uma alimentação sadia e controlada, do que de medicamentos e médicos pelo resto da vida, e mesmo assim, seria degenerativa, com sofrimentos, tristezas e infelicidades para mim e para àqueles que me cercam.
Curitiba – PR., 22 de maio de 2010.

Por marilize em 07/04/10 às 23:11
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Para muitas pessoas o fim de semana representa deixar todo empreendimento realizado durante a semana de lado. Para isso se ouve muitas justificativas, nas quais se apóiam como se fosse provas reais de que não podem ou conseguem se cuidarem.

Mas o que acontece que a motivação se evapora e a comida se torna novamente a única fonte de prazer nesses dias?

Simples, pois se convencionou que fim de semana é o momento de relaxar, curtir os amigos, ira ao cinema e comprar pipoca com coca cola, pedir pizza,sobremesa, e uma bela feijoada.

Que falta de comprometimento com você! Parece que seu desejo de ficar bem e saudável não é prioridade em sua vida, mas comer uma pizza com bordas de catupiry, esse sim é imprescindível.

Importante reavaliar conceitos a respeito de uma boa alimentação, mas principalmente rever hábitos já instalados que não são efetivos para sua perda de peso.

Recentemente, fui a um local que vende lanches bem badalado em Curitiba, e dentro do cardápio gorduroso e saboroso (sem dúvida), escolhi um cachorro quente de rúcula e tomate, onde pedi a troca do queijo parmesão com o queijo de minas. Estranho? Uma delícia!

É importante ousar, experimentar novos sabores, nos permitir novas experiências,pois somente desta forma, poderemos ser diferentes e mudar hábitos e gostos.

Vale a dica já para esse fim de semana, e boa sorte!

Um beijo

Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica
Especialista em Obesidade e Transtornos Alimentares
www.comportamentomagro.com.br





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