Boas doses de CONHECIMENTO, HABILIDADE e ATITUDE e de chás podem ajudar na sua caminhada de uma vida mais saudável.
O excesso de informações coletadas precisa de sistematização e organização para virar CONHECIMENTO útil e com aplicabilidade. São muitos meios que permeiam: intuição, sabedoria, necessidades de saúde, mídias sociais, rede de contatos, acesso aos alimentos e preço. Tudo precisa ter uma lógica, um fluxo coerente e um planejamento bem estruturado.
Para essa fase do CONHECIMENTO um bom chá é o de gengibre energético, estimulante, preventivo de infecções e estimulante da circulação, onde a clareza de ideias tem sua importância ressaltada.
Mas um container de conhecimento sem HABILIDADE para usar, filtrar as informações pode ser um funil que ajuda a diluir seus ideais. Portanto aprimore a cada dia suas HABILIDADES de comunicação, negociação e principalmente de criar e manter relacionamentos.
Bora treinar sua fluência em rótulos, para saber o que você come. Assim você adquire poder de saber o que está comendo.
Sabedoria e HABILIDADE se encontram na produção dos premiados chás verdes, o energético famoso é colhido por mulheres de acordo com sua faixa etária, devido ao calor e energia das suas mãos. Também mulheres tristes não colhem para não comprometer a qualidade do produto, assim como no mundo dos negócios se a tristeza ou depressão vierem precisam ser resolvidos para seguir em frente.
O pensamento sem ação não se transforma em ATITUDE, portanto deixe o medo e empondere-se com o CONHECIMENTO e HABILIDADE e inove, busque o seu diferencial e não seja apenas mais um no meio da multidão.
Para que as ATITUDES fluam com facilidade, aposte no chá de salsaparrilha uma erva de desintoxicação, assim como os negócios onde é preciso eliminar os custos excedentes para que o sucesso do negócio possa acontecer.
Com o desenvolvimento do famoso trio da administração usufrua de um negócio onde a saúde pessoal é preservada e o prazer e de viver é presente.
Como fazer meu filho comer o que não gosta, mas que é necessário?
Quer que seu filho(a) coma o que ele não gosta, mas que é saudável?
A melhor de todas as atitudes com a criança é o exemplo, em especial na primeira infância, fase na qual aprende mais com o exemplo do que com o discurso.
Desde a introdução dos alimentos a partir dos seis meses é essencial a apresentação de sabores diversos para que o paladar se acostume com o sabor da rúcula, berinjela. Não ficar só na sopinha de batata, cenoura, chuchu e carne faz a diferença para a criança não crescer tão seletiva.
Tem crianças que gostam de tudo misturado, já outras se alimentam melhor se o prato tiver divisões para a carne, arroz e feijão e salada, perceber o seu filho é essencial para o sucesso.
O envolvimento é chave do sucesso. Ao levar a criança para a feira, para a cozinha fazer biscoitos, no almoço de família colocar um chapéu de mestre cuca e decorar a salada ou um avental e ser o garçom da salada ou do prato saudável faz com que alimentar-se com qualidade seja uma deliciosa brincadeira com gosto de quero mais.
O que o adulto não deve fazer?
Não fazer da alimentação um cabo de guerra ou um campo de negociações com a criança, tem necessidades que são básicas, comer é como tomar banho a criança não tem a opção de não realizar a tarefa. A partir do momento que a criança fala e quer fazer escolhas ofereça coisas parecidas para ela escolher entre batata e mandioca, por exemplo.
Não usar comida como recompensa se comer a salada ganha a porção de sobremesa. Algumas vezes por não apreciar o sabor, outras por não gostar de um determinado tempero ou ainda para ganhar atenção dos pais a criança se recusa a comer determinado alimento, é mais eficiente descobrir a causa, por exemplo, fazendo um molho de iogurte ou decorando com tomate cereja, e achar uma solução do que premiar uma atitude.
É possível dar uma “camuflada” nesses alimentos, de forma que a criança passe a comê-los sem ao menos perceber?
A camuflagem de cozinhar a beterraba no feijão ou de colocar todos os legumes na sopa liquidificados não deve ser a primeira opção de uma mãe com um filho que se alimenta mal.
Já inovar fazendo panquecas coloridas de cenoura, espinafre ou beterraba, biscoitos caseiros com aveia e gotas de chocolate é uma atitude correta.
Dicas práticas de como tornar o prato mais “atraente” para a criançada.
Usar azeitonas para olhos de sapo num sanduíche, tomate para a boca.
Fazer um macarrão cabelo de anjo com abobrinha e cenoura raladas no sentido do comprimento cozinha em 3 minutos, é mais barato e nutritivo do que aquele famoso macarrão instantâneo. Dá para fazer olhos com rodelas de ovos, nariz com a ponta da cenoura e boca de beterraba cozida.
Saladas de paladar fácil para criança que não come salada ainda são as mais adocicadas como acelga, repolho roxo e cenoura.
Frutas em forma de espetinhos ou cortadas em pedacinhos para comer com as mãos, não precisa ser um chef para realizar cortes especiais só o capricho e carinho dos pais já são suficientes.
– A mãe deve se impor e obrigar o filho a comer? Por quê?
Tem sabores que de fato não são aceitos pelo nosso paladar, mas uma criança precisa ser apresentada oito vezes a um alimento para realmente ser excluído.
Não é necessário fazer nenhuma tortura. A imposição ou obrigação de um determinado alimento só cria uma relação ruim com a alimentação.
Proibir uma criança de comer brigadeiro, chocolate, dentre outros também não é correto. Existem alimentos que são para de vez em quando e guloseimas devem fazer parte de uma doce infância com quantidade, frequência e horário determinado pelos pais.
– De que forma a mãe pode adaptar o alimento à rotina da criança?
Num mundo em que os intervalos dos desenhos são bombardeados por alimentos industrializados repletos de sabor e de super vantagens trabalhar o conceito de alimentação saudável é um grande empreitada, portanto pais e nutricionistas precisam fazer a diferença.
Crianças obesas e desnutridas ao mesmo tempo são o resultado da total entrega da escolha de nossos alimentos a indústria alimentícia, a qual sabe ganhar dinheiro e cozinhar com muita gordura, açúcar e sal. As calorias e quantidade de gordura saturada extrapola as necessidades, mas existe carência de vitaminas e sais minerais.
Atitudes simples como fazer um suco natural no lugar de abrir uma caixinha, colocar na lancheira uma fruta fresca e de época, ter a oferta de salada colorida diariamente na mesa promovem mudanças.
– Recompensá-lo por ter comido tal alimento é correto? Como isso deve ser feito?
Comer é uma necessidade em todas as fases da vida, assim como trabalhar na vida adulta, as conquistas e bons hábitos devem ser parabenizados, mais jamais recompensados.
É muito importante que os pais percebam e escutem quando a criança já está satisfeita.
As cinco estratégias mais eficazes usadas por pais e nutricionistas
| O que os pais deveriam fazer | Consequência |
| 1 – Dar pouca importância à recusa das crianças. A reação dos pais tem de ser a mesma quando a criança come tudo ou quando deixa de comer | Como a recusa pode ter razão emocional (chamar atenção dos adultos), a criança costuma desistir se a encenação não é correspondida |
| 2 – Oferecer os alimentos de que a criança diz não gostar com preparos diferentes, como se fosse a primeira vez | A criança começa a comer alimentos de que diz não gostar à medida que eles são apresentados de modo criativo |
| 3 – Aproximar a criança dos alimentos permitir que coma com as mãos e deixá-las escolher os legumes no supermercado | O primeiro “sim” ao alimento dizem os especialistas, é tátil. A criança tem de aceitar tocar, cheirar e manipular antes de colocar brócolis na boca |
| 4 – Dar o exemplo em casa: comer alimentos que gostaria de ver a criança comendo é a primeira lição para que ela se encoraje nas verduras, frutas e nos legumes | Elas agem por exemplo. É comum os pais exigirem hábitos que eles próprios não têm. A mudança alimentar tem de ser para toda a família |
| 5 – Ter horário e regras de alimentação que tiram o apetite, como biscoitos, só podem ser permitidos em momentos especiais | A criança se habitua com os horários e quantidades. As regras favorecem principalmente as mais restritivas |
Fonte: Revista Época nº 667-28 Fevereiro 2011-página 59.










